segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Alpínia, Colônia






ALPÍNIA, COLÔNIA
Alpinia zerumbet, originária da China e Japão, pertence à família Zingiberaceae
Veio da Ásia para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro no século XIX. É uma planta herbácea, perene (que vive muitos anos), alcança de 2 a 3 m de altura e é rizomatosa. Possui pseudocaule aéreo curto, originado pela sobreposição das bainhas. As folhas são verdes, grandes e em formato de lança, mas existe a forma variegata com folhas de duas cores.
Muito utilizada em jardins tropicais, pode ser cultivada como touceira única ou formando grupos, o ideal é que ela cresça livremente. Gosta de pelo menos 4 horas de sol por dia com solo humoso.
Suas inflorescências são belíssimas, com flores formando cachos pendentes, são cerosas com cálice branco, corola branco-rosada e lábios vermelhos e amarelos.
Além de ornamental é muito utilizada na medicina popular como anti-hipertensiva, diurética, febrífuga, antimicrobiana etc., mas segundo alguns relatos sua seiva pode causar irritações. Por isso, é importante consultar um médico antes de usá-la devido a riscos inerentes ao uso inadequado.

Multiplica-se por divisão de touceira, tomando o cuidado de levar um pedaço de rizoma (caule modificado) em cada muda. Ao comprar as mudas prontas, certifique-se que a mesma está enraizada, pois ela sofrerá bem menos na hora do plantio.

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