segunda-feira, 25 de maio de 2015

Margarida-mexicana









MARGARIDA-MEXICANA, MARGARIDÃO
Tithonia diversifolia (Hemsl.) A.Gray, originária do México e da América Central, da família Asteraceae.
Arbusto que atinge aproximadamente 3 metros. Folhas, que podem ser diferentes umas das outras; lobadas, com até cinco divisões e a parte central mais saliente, ou sem nenhum lóbulo, daí o nome diversifolia. Inflorescência em capítulo (flores inseridas num receptáculo discoide ou arredondado protegido por brácteas, sendo que as flores situadas na periferia são muito diferentes das situadas no interior do disco).
Não é muito utilizada no paisagismo, apesar de oferecer um belo efeito com suas belas flores e porte. Produz uma quantidade grande de sementes de fácil germinação, por isso, é tida em algumas regiões como planta invasora. Também muito utilizada por suas propriedades medicinais.
Desenvolve-se bem a sol pleno, é muito rústica não tendo grande exigência quanto ao solo e nem quanto à irrigação, mas se estiver em solo fértil e irrigado quando o solo estiver seco, ficará ainda mais bonita.

Multiplica-se por sementes.

domingo, 24 de maio de 2015

Celósia








Celósia, Crista-de-galo.
Celosia argentea L., originária da Ásia, da família Amaranthaceae.
Florífera anual (que completa seu ciclo em menos que um ano) que atinge até aproximadamente 1 metro de altura, mas normalmente fica com bem menos que isso. Folhas lanceoladas com nervuras bem marcadas, presas a haste cor de vinho. Inflorescência bastante diferente parece um monte de veludo dobrado, formado por pequenas flores que podem ser de diversas cores, vermelhas, amarelas, róseas, brancas e roxas.
Usadas em canteiros para chamar muita atenção, pois é impossível passar sem notá-las, mas é importante lembrar que como planta anual, o canteiro deve ser refeito, pois após a morte da planta, fica um buraco no jardim.
Desenvolve-se bem a sol pleno em solo rico em húmus, com boa drenagem e irrigada sempre que a terra estiver seca.

Multiplica-se por sementes.

sábado, 23 de maio de 2015

Estífia








EstÍfia
Stifftia chrysantha J.C. Mikan, originária do Brasil, da família Compositae (Asteraceae).
Árvore de pequeno porte ou arbusto lenhoso, que atinge aproximadamente 5 metros de altura. Folhas simples ovalo-lanceoladas e glabras (sem pelos). Inflorescência parece um pompom composto por muitas pequenas flores tubulares na cor laranja, que fica na planta por muito tempo.
Essa brasileiríssima é muito bem vinda em qualquer jardim, é uma das plantas mais fotografadas no Parque Ibirapuera. Muito interessantes são os arranjos feitos com ela, que permanecem por muitos meses, sem precisar colocar água, ela desidrata e mantem suas característica, mas eu particularmente a adoro na própria planta.
Desenvolve-se bem a pleno sol em solo rico em húmus, com boa drenagem e irrigado sempre que estiver seco.

Multiplica-se por sementes que devem ser colhidas diretamente da árvore quando iniciarem a queda espontânea.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Vinagreira









Vinagreira
Hibiscus Sabdariffa L., sua origem é controversa e pode ter sido tanto na Ásia quanto na África, da família Malvaceae.
Arbusto semi-lenhoso que pode alcançar até 03 metros de altura. Folhas simples e grossas, sendo que as formadas na parte de baixo são ovaladas e as de cima lobadas. Flores axilares (formadas nas axilas das folhas) de cor rosada, com o centro vermelho, quase vinho.
Pode se usada paisagismo formando cercas-vivas, maciços ou como exemplar único, mas é muito mais usada por suas propriedades medicinais e pelo uso culinário, principalmente  na preparação de geleias, doces e xaropes e também tem uso têxtil.
Desenvolve-se bem a pleno sol, como solo rico em húmus, boa drenagem e irrigada somente quando o solo estiver seco.

Multiplica-se por sementes ou estacas.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Coleus








Coleus
Plectranthus scutellarioides (L.) R. Br., Originária da Ásia, da família Lamiaceae.
Originou-se de hibridização e conta com vários cultivares.
Herbácea que chega a tingir quase 1 metro de altura. Folhas das mais variadas cores e tem aí seu maior atrativo, com manchas verdes, amarelas, róseas, vermelhas e roxas. Inflorescência tipo espiga formadas nas pontas dos galhos formadas por pequenas e delicadas flores pilosas azuis.
Oferece um quê de alegria aos jardins, talvez pela lembrança de termos visto nos jardins das tias ou das avós. Pode ser plantada para formar canteiros, mas também fica bonita em jardineiras e vasos. Com o tempo, ela vai perdendo a beleza, pois vai espigando e normalmente se refaz o canteiro a cada dois anos.
Desenvolve-se bem a pleno sol ou meia sombra, em solo rico em húmus, com boa drenagem e irrigado sempre que aterra estiver seca.

Multiplica-se facilmente por estacas retiradas das pontas dos galhos.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Agave-filífera








AGAVE-FILÍFERA
Agave filifera Salm-Dyck, originária do México, do da família Asparagaceae.
Planta semi-lenhosa que pela literatura, pode atingir até 2 metros de altura, mas eu nunca vo com mais de 1 metro. Folhas resistentes, alongadas e com fios em suas bordas que se dispõem em forma de roseta. Inflorescência que sai de um pendão do centro da planta formado por lidas flores brancas levemente esverdeadas. Atrai muitos polinizadores.
Pode ser utilizada como planta isolada ou formando maciços, normalmente em jardins mais áridos. Deve-se evita-la em local de passagem, pois as pontas de suas folhas podem machucar. Ideal para pessoas que não tem muito tempo para cuidar do jardim.
Desenvolve-se bem a sol pleno e solo mais arenoso, com boa irrigação e irrigada somente quando a terra estiver bem seca.

Multiplica-se retirando os brotos que se formam na planta.