quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Jabuticabeira













JABOTICABEIRA, JABUTICABEIRA
Plinia cauliflora O. Berg, originária do Brasil, da família Myrtaceae.
Alguns a chamam de árvore e outros de arbusto, devido aos vários caules que se desenvolvem a partir da base, atinge aproximadamente até 15 metros de altura, mas geralmente fica bem mais baixa, tem troncos manchados pela troca de casca e que ficam repletos de flores e frutos. Folhas simples, elípticas, que liberam o cheiro da fruta quando são amassadas. Flores brancas, perfumadas formadas nos caules. Fruto esférico que se forma verde e vai amadurecendo e se torna cor vinho quase negro, delicioso.
Apesar de muitas pessoas plantarem em vasos, não é uma planta tão pequena, recentemente medi uma jabuticabeira com mais de 8 metros de largura de copa por um pouco mais de 8 metros de comprimento, ou seja, ocupando uma área de 64 m². Mas o fato é que é linda e merece ser plantada onde houver espaço, fica ótima em praças, parques e jardins.
Desenvolve-se bem a pleno sol, em solo rico em húmus e um pouco mais úmido, algumas pessoas até deixam uma mangueira gotejando perto dela, é mais encontrada na região sudeste. Não gosta de secas e geadas.

Multiplica-se por sementes.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Coroa-de-cristo-pequena, coroa-de-espinho








COROA-DE-ESPINHO, COROA-DE-CRISTO-PEQUENA
Euphorbia milii var. hislopii (N.E.Br.) Ursch & Leandri, originária da África (Madagascar), da familia Euphorbiaceae.
Muito semelhante a forma típica, mas suas folhas, altura e diâmetro dos galhos são menores.
Arbusto que cresce de 0,6 a 1 metro de altura com ramos suculentos com muitos espinhos. Folhas elíptico-lanceoladas e grossas, de 5 a 7 cm de comprimento. Inflorescências com duas brácteas que podem ser vermelhas ou amarelas, vistosas que protegem as pequenas flores femininas no centro, que é circundada pelas flores masculinas reduzidas a simples estames.
Muito utilizada para formação de cercas-vivas, mas quando cortada segrega um látex leitoso tóxico irritante, então, é preciso sempre deixar um espaço para manutenção, maciços muito grandes sempre causam problemas nesse sentido. Lembrar-se de usar proteção para a pele e os olhos.
Desenvolve-se bem a pleno sol, pouco exigente quanto a solo, mas com boa drenagem e irrigada somente quando a terra estiver bem seca.

Multiplica-se facilmente por estacas, que normalmente são adquiridas no momento da poda da planta, mas é importante deixar o pedaço de galho, de aproximadamente 20-30 cm descansar na sombra por dois ou três dias para o látex escorrer, agora é só plantar, 1/3 do tamanho da estaca.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Mangueira








Mangueira
Mangifera indica L., originária da Índia, da família Anacardiaceae.
Árvore de grande porte, segundo relatos, pode atingir até 100 metros de altura, mas normalmente não ultrapassam os 40 metros e ainda existem as mudas enxertadas que ficam bem menores. Folhas lanceoladas com  15 e 35 centímetros de comprimento e entre seis e 16 centímetros de largura e nervuras bem marcadas. Inflorescência ramificada e piramidal normalmente no final do galho, composta por inúmeras pequenas flores com 5 pétalas. Fruto muito popular e em minha opinião com um dos melhores sabores que existe.
Muito presente em fazendas, sítios, chácaras, parques, praças, mas não é indicada para calçadas, pois além da árvore ser muito grande, os frutos podem cair sobre pessoas e carros podendo provocar acidentes. Porém, uma das cidades mais bonitas do Brasil – Belém do Pará -  é conhecida por ser a cidade das mangueiras, pois muitas ruas são contempladas com essa frutífera, mas lá todos conhecem bem a árvore e se previnem, eventualmente ocorrem alguns acidentes.
Desenvolvem-se bem a pleno sol em locais com calor e períodos secos para poderem produzir bons frutos. Por ter raízes muito longas, conseguem viver por grandes períodos em estiagem.

Multiplicam-se facilmente por sementes.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Coroa-de-cristo








COROA-DE-CRISTO
Euphorbia milii Des Moul., originária da África (Madagascar), da familia Euphorbiaceae.
Arbusto que pode atingir até 2 m de altura com ramos suculentos com muitos espinhos. Folhas elíptico-lanceoladas e grossas, de 8 a 14 cm de comprimento. Inflorescências com duas brácteas vistosas que protegem as pequenas flores femininas no centro, que é circundada pelas flores masculinas reduzidas a simples estames.
Muito utilizada para formação de cercas-vivas, mas quando cortada segrega um látex leitoso tóxico irritante, então, é preciso sempre deixar um espaço para manutenção, maciços muito grandes sempre causam problemas nesse sentido. Lembrar-se de usar proteção para a pele e os olhos.
Desenvolve-se bem a pleno sol, pouco exigente quanto a solo, mas com boa drenagem e irrigada somente quando a terra estiver bem seca.

Multiplica-se facilmente por estacas, que normalmente são adquiridas no momento da poda da planta, mas é importante deixar o pedaço de galho, de aproximadamente 20-30 cm descansar na sombra por dois ou três dias para o látex escorrer, agora é só plantar, 1/3 do tamanho da estaca.

domingo, 2 de agosto de 2015

Paineira-vermelha-indiana








paineira-vermelha-da-índia
Bombax ceiba L., originária da Índia, Ásia e Austrália, da família Malvaceae.
Árvore que pode atingir até 20 metros de altura e se estender por mais de 5 metros, com tronco espinhoso e alto e copa meio piramidal. Folhas compostas e palmadas, com 3 a 7 folíolos, decíduas no inverno (perde as folhas). Flores grandes, vermelhas com 5 pétalas cerosas e brilhantes e com muitos estames grupados e fundidos na base. Fruto com paina dentro. Muito visitadas por pássaros que auxiliam na polinização.
Devido ao seu porte, é indicada para parques, praças, avenidas bem largas e jardins de grandes portes. A paina retirada de seu fruto pode ser utilizada para encher travesseiros e edredons.
Desenvolve-se bem a pleno sol, não é muito exigente em seu cultivo, prefere clima quente e seco, mas tolera geadas.

Multiplica-se por sementes.

sábado, 1 de agosto de 2015

Guiné








GUINÉ
Petiveria alliacea L., originária da África e América Tropical, da familia Phytolaccaceae.
Arbusto lenhoso que atinge até 2m de altura, com longos ramos ascendentes. Folhas elípticas, com nervuras bem marcadas, de até 12cm de comprimento e 5cm de largura, têm as pontas afinalada e são presas ao caule por um pequeno cabo (curto-pecioladas). Flores brancas, pequenas e presas à haste formando uma inflorescência delicada.
Muito utilizada para compor os vasos com 7 ervas para proteção de ambientes, diz o dito popular que é um escudo mágico contra malefícios. Também utilizada como planta medicinal, mas também tem princípios tóxicos.
Desenvolve-se bem a meia-sombra com bastante iluminação e algumas horas de sol por dia, em solo rico em húmus, com boa drenagem e irrigada somente quando a terra estiver seca.

Multiplica-se facilmente por estacas dos galhos.